sexta-feira, 2 de maio de 2008

Scorpion flower - Moonspell



E vão duas!

Night eternal - Moonspell



Já a anunciar o próximo CD da banda.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

A poisoned gift - Moonspell



Uma canção que me faz lembrar duas pessoas de quem sou amiga.

Visões convencionais da vida



É o que documenta este filme, independentemente da sua qualidade. [Não o fui ver, por isso não posso julgar esse aspecto, nem sequer do ponto de vista de um leigo em crítica cinematográfica.]
O meu texto refere-se apenas ao resumo da história do filme, que me fez pensar em como a realidade muda e a maneira de a ver se mantem.
Neste filme, cá temos o jovem caçador de mamutes a arriscar-se para salvar a sua amada.
Na vida real, os papéis já não estão assim tão bem distribuídos, nem tão bem definidos.
Se calhar, nem todos se querem arriscar por quem amam. [Não vou ser cínica ao ponto de dizer que ninguém se arrisca por ninguém, porque também não acredito nisso.]
Se calhar, tanto se pode arriscar o homem pela mulher como o inverso. Vai certamente depender das circunstâncias.
Se calhar também, nem os homens estão tão dispostos a serem sempre eles a tomar a dianteira, nem as mulheres tão capacitadas de que tenha de ser sempre assim.
É certo que a indefinição de papéis dificulta a gestão das situações.
Mas também tem a vantagem de tornar as coisas menos rotineiras, de gerar uma grande diversidade de papéis, de permitir encontrar respostas mais adequadas às circunstâncias, de promover a criatividade (um pequeno chavão!).
Em suma, é muito mais divertido!

Route 66 - The Legendary Tiger Man

Boa música portuguesa!
Para quem não sabe, também é o vocalista dos Wraygunn.

[Para quem gostar da música, também há versões de Nat King Cole (http://br.youtube.com/watch?v=dCYApJtsyd0&feature=related) e Dépêche Mode (http://br.youtube.com/watch?v=EgHSjNuJJms&feature=related).]

Uma mensagem essencial à vida

O outro lado de Ary dos Santos

Soneto de mal amar

Invento-te recordo-te distorço
a tua imagem mal e bem amada
sou apenas a forja em que me forço
a fazer das palavras tudo ou nada.

A palavra desejo incendiada
lambendo a trave mestra do teu corpo
a palavra ciúme atormentada
a provar-me que ainda não estou morto.

E as coisas que eu não disse? Que não digo:
Meu terraço de ausência meu castigo
meu pântano de rosas afogadas.

Por ti me reconheço e contradigo
chão das palavras mágoa joio e trigo
apenas por ternura levedadas.